Crônicas

A seleção brasileira entrou na competição com certa dúvida, o futebol havia melhorado um pouco, mas a desconfiança ainda tomava conta do torcedor brasileiro. O Brasil pegou apenas jogos difíceis e acabou se sagrando o grande campeão. O time jogou de forma organizada, consistente e ofensiva, um tapa na cara de todos aqueles que taxavam Scolari de retranqueiro.

 

Os Jogos


Brasil Brasil 3 x 0 Flag of Japan.svg Japão

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Brasil Brasil 2 x 0 Flag of Mexico.svg México

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Brasil Brasil 4 x 2 Flag of Italy.svg Itália

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Brasil Brasil 2 x 1 Flag of Uruguay.svg Uruguai

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Brasil Brasil 3 x 0 Flag of Spain.svg Espanha

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A Equipe

 

Na Copa das Confederações, Felipão conseguiu montar um time, estabelecendo padrão de jogo e uma formação base. Ainda por cima foi favorecido pelo fato de não ter tido contusões ou suspensões, pôde repetir o time em praticamente todos os jogos e foi isso o que ele fez.

 

Armou a equipe num moderno 4-2-3-1 equilibrado, bem defensivamente, bem ofensivamente. Hulk, Oscar e Neymar fizeram corretamente a composição do meio campo, enquanto Paulinho aparecia bem, sempre que possível, na linha de ataque. Daniel Alves e Marcelo tiveram certa liberdade, mas nunca os dois ao mesmo tempo. Liberdade tal, ocasionado por Luiz Gustavo, esse sim um marcador nato e bom distribuidor, sempre pouco notado, mas muito importante.

 

Vale salientar que deu liga, o time se encaixou e finalmente mostrou algo. Foi tão bem que fica até complicado mexer no time titular. Os pedidos por Lucas foram abafados, em parte pela boa exibição de Hulk e em outra parte, pelo fraco desempenho do ex-São Paulino, que acabou perdendo a vaga de reserva para Bernard.

 

Fred começou mal a competição, muito isolado e quando aparecia uma chance, era individualista. Mas no final fez o que sabe fazer e com muito exito. Júlio César não se pode nem falar, inseguro na estreia, mostrou-se um completo líder e também fez calar os pedidos por Jefferson e Cavalieri. A zaga, intocável, o as vezes louco as vezes raçudo David Luiz se encaixou completamente com o experiente e tranquilo Thiago Silva. O geral foi muito positivo e a impressão que ficou foi muito boa.

 

Felipão

 

Fez o que melhor sabe fazer: Trabalhar sobre pressão. Não adianta a imprensa ou a torcida pedir algum jogador, Scolari é um treinador que costuma seguir suas convicções o tempo todo e, mais uma vez, deu certo. Ramires era o melhor volante brasileiro em atividade, mas mostrou falta de compromisso, assim ficou de fora e dificilmente voltará, caso de Ronaldinho, que não correspondeu em campo e também pecou no compromisso com a seleção.

 

A convicção maior de Felipão veio com Hulk, o atleta foi colocado numa posição tática que poucos desempenham, um atacante que volta até a defesa para ajudar o lateral do lado em que está jogando e ainda ataca com muita qualidade, errou alguns passes e não marcou gol, mas foi imprescindível ao esquema da equipe, algo que Lucas não consegue fazer, já que joga apenas do meio campo para frente.

 

Outra convicção que deu frutos foi a de jogar com centroavante fixo, peça pouco usada hoje em dia, Felipão manteve Fred com a 9 o tempo todo, ele começou mal, mas terminou a competição com gols importantes, carimbando vaga para cadeira cativa da seleção.

 

Jogador por Jogador

 

JEFFERSON

1. Jefferson

Não Jogou.

 

JULIO CESAR

12. Júlio César

Líder e fez defesas importantes, voltando a ser parecido com o goleiro que foi há alguns anos.

 

DIEGO CAVALIERI

22. Diego Cavalieri

Se destacou apenas pela foto da discórdia.

 

DANI ALVES

2. Dani Alves

Não atuou mal, mas não teve participação memorável em jogo algum, melhorou no aspecto defensivo.

 

15. Jean

Reserva de luxo.

 

THIAGO SILVA

3. Thiago Silva

Falhou contra o Uruguai, mas fez uma boa competição no geral, sempre calmo e bem tecnicamente.

 

DAVID LUIZ

4. David Luiz

Mostrou muita raça e caiu nas graças da torcida. Mas foi muito violento e estabanado em algumas partidas.

 

DANTE

13. Dante

Entrou em campo sempre com muita vontade, marcou um gol e não foi muito exigido.

 

REVER

16. Réver

Não jogou.

 

MARCELO

6. Marcelo

Atuou bem, não foi expulso e jogou melhor defensivamente.

 

FILIPE LUIS

14. Filipe Luís

Não jogou.

 

FERNANDO

5. Fernando

Jogou apenas uma partida, pouco fez.

 

HERNANES

8. Hernanes

Reserva número 1 de Felipão, entrando sempre com qualidade de toque e bons chutes de longe.

 

LUIZ GUSTAVO

17. Luiz Gustavo

Mesmo quase invisível em campo, foi fundamental na conquista. Homem base do meio campo, fez corretamente a cobertura dos dois laterais e a função de terceiro-zagueiro.

 

PAULINHO

18. Paulinho

Alguns jogos muito preso, mas se soltou com o decorrer das partidas e terminou sendo um dos melhores da competição.

 

LUCAS

7. Lucas

Foi mal sempre que entrou, perdeu espaço.

 

OSCAR

11. Oscar

Brilhou pouco, deu passes precisos mas desaparecia em algumas partidas. No final fez uma competição razoável.

 

BERNARD

20. Bernard

Colocou fogo sempre que entrou, mudando as partidas. Pode ter ganho a vaga de primeiro reversa no meio campo.

 

JADSON

23. Jádson

Entrou pouco tempo e fez o que sabe, circular e distribuir, mas nada demais.

 

FRED

9. Fred

 

Começou medianamente a competição, parecia estar em outro mundo. Mas quando o cerco apertou ele apareceu e foi decisivo, típico centroavante.

 

NEYMAR

10. Neymar

 

Melhor do torneio e ponto final!

 

HULK

19. Hulk

 

Jogou bem, foi participativo e brigou o tempo todo, importante defensivamente e ofensivamente, deve ter ganho cadeira cativa.

 

JO

21. Jô

 

Se movimentou bem e marcou gols de oportunista, entrou na briga para uma vaguinha para a Copa.

 

A Copa das Confederações chegou ao final, com uma vitória esmagadora e surpreendente da seleção brasileira sobre os favoritos espanhóis. Futebolisticamente falando, a Copa fez com que a seleção pudesse ter tempo para treinar, virar time se entrosar e, finalmente, se unir. Felipão mais uma vez não deu ouvidos aos clamores populares por Ronaldinho e Lucas e mais uma vez fez o correto.

Extra-futebolisticamente, a Copa foi pano de fundo para o despertar do povo brasileiro, ter uma Copa do Mundo aqui não é ruim, o problema são gastos excessivos desnecessários, mas vale salientar que a maior parte do dinheiro é gasta em obras que melhorariam as cidades, só um quarto de todo dinheiro gasto foi para os estádios.

Vamos dividir o Especial Copa das Confederações em quatro partes: Futebolisticamente, Seleção Brasileira, Estrutura e Organização de competição e extra-futebol (Clamor popular por melhorias no país)

 

A Competição


Com exceção do nobre Taiti, a competição teve um nível alto. Por exemplo, o Brasil enfrentou Japão, México, Itália, Uruguai e Espanha, uma sequencia de respeito, qual dificilmente veremos numa Copa do Mundo, muito embora o Uruguai não esteja tão forte como outrora e a Itália tenha perdido meio time no decorrer da competição o nível técnico dos jogos foi aceitável. Tivemos jogos empolgantes, belos gols e bons jogadores.

 

Arbitragem


A arbitragem não foi excelente, mas não comprometeu. Mesmo assim, o único lance mais polemico em que foi necessário usar a tecnologia do Hawk Eye foi simplesmente para saber de que foi o gol marcado pela Itália na decisão de terceiro lugar. Com exceção de Lugano e Sérgio Ramos, as partidas foram disputadas com lisura, sem pontapés excessivos.

 

Equipes

 

Brasil Brasil – Próximo Post

Flag of Spain.svg Espanha – Mostrou sua classe na primeira fase, mas penou demais na fase final.

Flag of Italy.svg Itália – Foi apenas regular durante a competição, tem uma equipe envelhecida e contou com problemas de lesões, terminou deixando uma boa impressão.

Flag of Uruguay.svg Uruguai – Sem a raça de antes e desentrosado. Mexeu demais no decorrer do campeonato e não conseguiu achar um armador.

Flag of Japan.svg Japão – Fez boas partidas, mas acabou sendo eliminado pelos deuses do futebol. Pode ser uma boa surpresa na Copa do Mundo.

Flag of Mexico.svg México – Jogou mal demais, Chicharito sequer apareceu.

Flag of Nigeria.svg Nigéria – Fez o que podia, terminou vacilando contra o Uruguai e por isso ficou de fora da fase final.

Flag of French Polynesia.svg Taiti – Uma Lição

 

Melhor Partida:

Itália Flag of Italy.svg 4 x 3Flag of Japan.svg Japão

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Gol mais Bonito

Neymar vs Japão

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Melhor Jogador

Neymar


Dream Team

A


 

B

 

Desde o dia 10 de junho de 2012 (dia em que o Taiti garantiu vaga para a Copa das Confederações) já se sabia que a seleção seria massacrada dentro das quatro linhas. O absurdo desempenho já se era esperado, mas, não se esperava que a seleção marcasse tanto sua vinda ao Brasil, os taitianos deram um show, dentro e fora de campo. Infelizmente o show não foi com a bola.

 

A conquista da Taça da Oceania, por si só, foi histórica, a primeira seleção a destronar Nova Zelândia e Austrália (que mudou para Ásia na geográfica fifística) em gramados oceânicos. Isso já seria suficiente para alguns clubes, jogadores e torcedores brasileiros passassem a ter certo tipo de “esnobismo” com seus países vizinhos. Isto não aconteceu.

 

 

Eles vieram ao Brasil, com uma única missão: dar seu máximo e jogar limpo. 23 atletas e apenas um profissional (Marama Varihua, taitiano que deixou seu país bem cedo e chegou a jogar pela seleção de base francesa. Sua primeira convocação para o Taiti foi nessa Copa das Confederações). Além disso, entre motoboys, personal trainers e professores, o plantel da equipe estava recheado de desempregados também.

 

Sem duvida alguma, os taitianos trouxeram as melhores imagens da competição. Também trouxeram humildade e gestos difíceis de encontrar por aí. Levaram de seis, oito e dez e em nenhum momento partiram para violência, em nenhum momento deixaram de lutar pelo tão sonhado gol, que veio logo na primeira partida, seguida de uma comemoração comovente cheia da alegria que é peculiar a aqueles que amam esse esporte.

 

 

Quando foi a ultima vez que você viu um clube da sua cidade ir visitar uma favela e dar ingressos para pessoas menos afortunadas apenas para dividir o momento qual eles estavam passando? Aí dirão: “Ah, isso por que eles não são famosos. Se fossem um pouquinho, eles não fariam nada disso!”, engana-se quem pensar dessa forma. Em apenas dez meses de imprensa esportiva paraibana, já vi muito Zé Ninguém com arrogância de campeão mundial.

 

Dentro do relvado, faltou organização, técnica e preparo físico. Sobrou vontade, sobrou alegria, sobrou fair play e também muita inexperiência. Mas as atitudes demonstradas fora de campo fizeram com que a equipe ganhasse por completo o torcedor brasileiro, e não foi aquela torcida peculiar ao brasileiro, de sempre ir ao lado do mais fraco, os taitianos ganharam o publico aqui de forma tão singular, que talvez dividisse o estádio numa partida contra os anfitriões.

 

E no final, ficaram as imagens e historias para contar. Dificilmente alguém superará negativamente essa campanha, dificilmente veremos o Taiti em um mundial nos próximos anos, mas uma semente foi plantada para a evolução do futebol de lá e um bom exemplo para o futebol daqui.

 

No final das contas, eles voltam para casa com boas historias, partidas em dois estádios míticos e lembranças incríveis. Levarão consigo para sempre a indescritível sensação de ser apoiado por milhares de torcedores e serão gratos eternamente ao Brasil pela estadia. Mas, o selecionado do Taiti também ficará marcado em alguns brasileiros, inclusive eu, que (emocionado) não consegui parar de aplaudir aquela seleção até que deixasse completamente o campo na partida final.

 

 

Jobson é aquele tipo de cara que você olha e pensa: “por que não deu certo”? Veloz, driblador e bom finalizador, o atacante do Botafogo tinha muito potencial, potencial que sempre foi jogado fora da pior forma possível.

Desde que não era famoso, Jobgol já mostra seus primeiros casos de indisciplina: embriaguez e fuga para o Pará, quando atuava pelo Brasiliense. Rodou o mundo e apareceu no Botafogo, e como apareceu, foi grande destaque no Brasileirão de 2009 e acertou com o Cruzeiro.

Mas o acerto melou, exames anti-doping detectaram uso de cocaína em duas partidas, algo terminantemente proibido, caso até de exclusão do futebol. Mas a justiça lhe passou a mão na cabeça, seis meses depois ele estava de volta.

Voltou bem, dando show, mas, novamente, foi afastado por indisciplina, estaria levando a balada aos treinos. Só voltou a jogar no ano seguinte, no Atlético Mineiro. No Galo iniciou-se sua peregrinação, onde ganhou status de cigano da bola.

 

 

No Atlético ficou só três meses, pediu para sair. E acabou sendo suspenso mais uma vez, pelos resultados positivos nos anti-dogings de 2009. Foi para o Bahia, aonde começou bem e jurou estar recuperado… mas pediu para sair novamente.

Mais uma vez foi jogar no Botafogo, é companheiro, mais uma vez lhe passaram a mão na cabeça. Arrumou encrenca com membros da comissão e voltou a frequentar a noite carioca, mais uma vez foi emprestado, Barueri foi o destino. Mais uma vez foi embora, agora alegando que não gostava de atuar em “clube sem torcida”.

2013 foi a vez do São Caetano lhe dar uma chance.  Passou quinze dias sumido e foi dispensado. Quantas chances ele teve? Quantas ainda vai ter?

 

 

Há quem diga que ele é apenas vitima da sociedade, não é! Há quem diga que se não tiver outra chance a sua situação vai piorar, e os clubes como é que ficam? Jobson não tem um terço do futebol de Adriano, mas teve infinitamente mais chances que ele. O que ele precisa agora é ser tratado e não de mais um clube para passar a mão em sua cabeça! Agora a pergunta que fica, o Botafogo vai acolhe-lo novamente?

 

Finalmente chegou o dia, o dia em que Neymar anunciou que iria transferir-se ao Barcelona. A joia santista saiu por um preço razoável, nem perto do esperado pelo clube ou pela imprensa, mas muito melhor do que sair de graça no ano que vem.

 

O camisa 11 da Seleção já destoava demais do nível no futebol nacional, não estava mais evoluindo. Estava apenas se irritando com a fragilidade do seu clube, arrumou intrigas e rivais, mas, todos de times pequenos.

 

Realmente estava na hora, um momento em que o atleta parecia não ter mais nada para aprender dentro de seu país nativo, vai para o Barcelona fazer parceira com Messi, na expectativa de que seja titular, jogue e cresça.

 

O maior medo, nesse caso, é de que em um ano ele não tenha tempo suficiente para completar sua adaptação, ficando assim no banco de reservas. Não creio nisso, especialmente chegando num clube em que tudo é vantagem pra ele, diferente do Real Madrid, por exemplo.

 

Por que Barcelona é o melhor caminho


Ele vai chegar num clube em que os balneários são agradáveis, o grupo é unido e se respeita, o contrario do rival madrilenho em que os vestiários são “uma guerra de vaidade em que cobra quer comer cobra”. A concorrência lá é menor, já que não vai ter de disputar vaga com Cristiano Ronaldo, e sim com Pedro, Villa e Sanchez.

 

O esquema do Barcelona nem precisa mudar para encaixar o brasileiro, a ponta esquerda grená cai como uma luva para ele. Outro ponto positivo para escolha da equipe catalã é formar dupla com o melhor, com Messi, algo que dispensa explicações. Fora que o Barça está cheio de bons exemplos, ele vai aprender e melhorar como atleta, como pessoa e como profissional.

 

A imagem que fica


A imagem que fica é de um grande jogador, que brilhou nos gramados brasileiros com dribles desconcertantes, velocidade e ainda marcando muitos gols, algo que atletas do seu estilo não fazem muito bem.

 

Também fica a parte ruim, de um jogador que prefere se jogar ao invés de tentar prosseguir uma jogada, também de “intocável” e que gosta de humilhar rivais quando está vencendo por larga vantagem.

 

Comum jogando pela seleção, mas sempre demonstrou vontade. Depois de alegrias aos adeptos do peixe, Neymar vai embora deixando vaga a cadeira de ídolo-mor e de vilão-mor também, quiçá.

 

Armação possível do Barcelona com Neymar

 

Neymar encaixaria perfeitamente no esquema 4-3-3 com falso nove que é peculiar ao Barcelona. Porém, resta saber se essa formação ainda será usada na temporada 2013-14.

Mais uma fraca atuação da Seleção beirando a Copa das Confederações. Agora, só com atletas locais a Seleção mostrou-se tímida, pouco efetiva na marcação e sem um pingo de entrosamento. Algumas peças aclamadas tiveram péssimo desempenho e outros falharam em jogadas básicas, casos de Dedé, André Santos e Ralf.

 

Por outro lado, tivemos um Réver, um Jadson solícito e um Pato com boa técnica. Ronaldinho esteve apagado e Neymar parecia desesperado para agradar o publico, não o fez e ainda mostrou uma gama de saltos ornamentais para ludibriar a arbitragem.

 

Foi um jogo complicado, o time não se achou e estava com sérios problemas de buracos defensivos. A formação tática parecia ultrapassada e faltou auxilio dos homens de frente na recomposição. Ronaldinho com a bola ainda dá para jogar razoavelmente, mas sem a bola é um peso enorme para o time.

 

Link permanente da imagem incorporada

 

Quando o time trocou passes rápidos acabou chegando com facilidade ao ataque, pena que foram jogadas pouco recorrentes. Mas, mais uma vez tomamos um gol de longe por que o volante base, no caso Ralf, estava dentro da área marcando o centroavante enquanto dois zagueiros ficavam de sobra, que isso?

 

A impressão que fica é que com os dias de treinamento pré-Confederações dará para montar e organizar a equipe. Por exemplo, não vai haver tanto espaço. O problema é que atualmente não temos a qualidade para resolver, não temos um craque e os jogadores maduros não estão no nível de seleção! Kaká, Robinho e até Ronaldinho não estão (HOJE) a altura que se precisa para representar nossa seleção nacional.

 

 

No mais, não acho que estamos no caminho certo, mas para quem está perdido qualquer caminho é válido. O certo é que o Brasil não tem jogadores para fazer a diferença, não tem uma liga que faça com que o futebol nacional evolua e não tem humildade para aprender com o futebol europeu, que manda nesse momento. Talvez algumas das coisas que citei não façam tão mal assim e pode ser que tudo se arrume no final e conquistemos o troféu, mas hoje ele está cada vez mais distante!

 

Quem foi bem:

Réver

Jean

Jadson

Pato

 

Quem foi mal:

Dedé

André Santos

Ralf

Leandro Damião



Sobre o Autor

Yan Cavalcanti, 22 anos, paraibano apaixonado por futebol desde pequeno. Graduando em Sistemas para Internet pelo IFPB, ex-aluno Marista, Estagiário da Dataprev, Goleiro ofensivo, gamer, e acima de tudo fã de um futebol bem jogado e analista da parte tática, sempre tentando arrumar uma forma de explicar uma partida de futebol.

Sobre o Blog

O Futeblog nasceu da vontade de compartilhar com o mundo minha visão sobre o futebol, espero aqui discutirmos de simples opiniões apaixonadas até questões táticas profundas, conto com ajuda de vocês para que possamos tornar esse blog uma ótima experiência fora das quatro-linhas, do passado ao presente, futeblog está aqui para que nós possamos mostrar como vermos esse esporte que é a maior paixão nacional de todas!

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