Enciclopédia

 

Todo meio de ano o Instituto Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) anuncia a lista das ligas mais fortes da temporada. A forma em que são computados os pontos é confusa. A pontuação vem de quantas equipes participam e quão longe elas vão em competições internacionais. A Liga mais forte, possui as equipes mais fortes. Esse ano, mais uma vez, deu Espanha. Seguida da Argentina (?) e o Brasil ficou em terceiro. Deixando Inglaterra, Itália e Alemanha nas posições subsequentes. Você pode ver o Ranking todo clicando aqui.

 

 

Ligas ricas como Estados Unidos (55º), Ucrânia (44º) e Rússia (53º) aparecem muito mal no Ranking, enquanto surpresas dão o ar da graça no TOP 20, como: Grécia (13º), Arábia Saudita (15º), Colômbia (17º) e Irã (18º).

 

Mesmo sendo o país do futebol, e maior vencedor de Copas do Mundo, o Brasil nunca ganhou a medalha de ouro no futebol. Mas agora estamos próximos de mais uma final, vamos lembrar o retrospecto do futebol brasileiro nas olimpíadas e falar de cada medalha conquistada. Vai Brasil, rumo ao inédito ouro.

Leia Também: O horrível retrospecto do Brasil contra o México em finais

 

Retrospecto Brasileiro

 


 

Medalhas

 

Los Angeles 1984

 

O Brasil dava tanta importância para o futebol olímpico, que enviou à Los Angeles o time do Internacional. Isso mesmo, o Brasil foi representado pelo Inter de Porto Alegre. Não existia restrição de idade, mas existia restrição de atletas profissionais. Como o futebol nos países da cortina de ferro não eram considerados profissionais, eles levavam as suas equipes principais para o torneio. Foram chamados 11 atletas do Inter, os outros seis eram do Flamengo, Corinthians, Ponte Preta (2), Santos e Aimoré. Desse time saíram Mauro Galvão, Gilmar Rinaldi, Dunga, Winck e Milton Cruz.

 

Parecia ser uma equipe improvisada, mas passou fácil pela primeira fase. Passou pela Arábia Saudita, Alemanha e Marrocos. Na Quartas-de-finais venceu o Canadá nos pênaltis e depois a Itália na prorrogação e chegou a final contra a equipe da França. 101.799 viram a França fazer 2 a 0 em pleno Rose Bowl, e esta foi à primeira medalha para o Brasil, uma medalha de prata.

 

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Seul 1988

 

Com um time de (futuras) estrelas, o Brasil chegou como favorito. Comandados por Carlos Alberto Silva, o time era formado por uma base da Copa de 94: Taffarel, Jorginho, Ricardo Gomes, Mazinho, Careca, Romário, Zé Carlos, Andrade e Bebeto. Grande time. 100% de aproveitamento na primeira fase. Goleou a Nigéria e a Austrália, e venceu a Iugoslávia em jogo apertado.

 

Uma vitória dura contra a Argentina deu moral e confiança, a seleção venceu a Alemanha nos pênaltis da semifinal e foram para a decisão contra a União Soviética. O Brasil abriu o placar com Romáio, mas acabou tomando a virada na prorrogação e não conseguiu empatar, mais uma prata para o Brasil.

 

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Atlanta 1996

 

Talvez a melhor seleção olímpica brasileira. O time foi escolhido a dedo por Zagallo, na primeira “tentativa” de quebrar o “tabu”. Já com a restrição de idade, o nosso treinador convocou Aldair, Bebeto e Rivaldo como os três mais velhos do time, que também tinha Dida, Zé Maria, Flavio Conceição, Roberto Carlos, Amaral, Ronaldo Fenômeno, Sávio, Danrlei, Zé Elias, Luizão e Juninho Paulista. A Estreia foi dura, uma derrota histórica para o Japão, nossa seleção conseguiu vencer a Hungria e depois a Nigéria por 1 a 0.

 

Nas quartas-de-finais, vitória contra Gana com show de Ronaldo, 4 a 2. E pela frente a mesma Nigéria da primeira fase. O Brasil vencia por 3 a 1, com direito a gol contra de Roberto Carlos e uma defesa de pênalti de Dida. Rivaldo entrou e deixou o time lento e estranho, faltando 12 minutos a equipe africana conseguiu um empate incrível! Na prorrogação, Kanu chutou de fora da área e Dida aceitou, aos 4 minutos, gol de ouro e o sonho terminado. Brasil enfrentou Portugal na decisão do Bronze, venceu por cinco a zero e com uma atitude antidesportiva, pediu para receber a medalha ali no campo, antes do pódio.

 

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Atenas 2004

 

O primeiro grande time feminino do Brasil. Marta estreava numa olimpíada, tinha Renê Simões no banco e um espirito até hoje não visto na seleção brasileira. Além de Marta o time tinha Renata Costa, Aline, Maycon, Formiga, Pretinha e Cristiane. Vitória apertada contra a Austrália na estreia, depois uma derrota para os Estados Unidos, lideradas por Mia Hamm. E uma inesquecível vitória de 7 a 0 contra a Grécia credenciou nossa seleção rumo ao título.

 

Marta e Cia. Enfrentaram e golearam o México nas quartas, e passaram pela pedreira da Suécia antes de encontrar novamente os Estados Unidos na final. Diferentemente da partida na fase de grupos, o Brasil dominou por completo, jogou como nunca, dominou, driblou, gingou, mas não fez gol. As americanas marcaram primeiro, Pretinha empatou. Na prorrogação foram duas bolas na trave e o pênalti mais escandaloso que já vi não ser marcado. Depois de tudo isso, os Estados Unidos fizeram o gol do titulo, a oito minutos do final.

 

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Pequim 2008

 

Agora nossa seleção feminina chegava como favorita. Marta estava no auge, Cristiane havia melhorado muito e o time estava bem arrumado taticamente. Primeira olimpíada de Erika, Francielle e Maurine. Dava gosto ver aquele time jogar, empatou na estreia contra a Alemanha e venceu Coréia do Norte e Nigéria por placares baixos, na primeira fase.

 

Em jogo duro, venceu a Noruega e depois, na semifinal, uma histórica goleada por 4 a 1 sobre a Alemanha, mais uma final contra os Estados Unidos. E mais um domínio completo brasileiro, só que desta vez o time estava organizado e tinha uma Marta com um nível muito acima das outras mulheres. O jogo foi duro e acabou indo para a prorrogação, depois de muitos gols desperdiçados. Na prorrogação, as americanas estavam mais inteiras e acabaram marcando um gol na prorrogação, Marta ficou nervosa e tentou resolver tudo sozinha, no final, mais uma prata.

 

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Já a seleção masculina, parecia ter uma grande equipe. Os comandados de Dunga tiveram o auxilio de Thiago Silva e Ronaldinho, como os jogadores maiores de 23 anos. Ronaldinho estava mal e queria usar aquela competição para voltar a jogar um bom futebol. Não aconteceu, vimos um Ronaldinho estilo Flamengo 2012. A seleção ainda tinha Alex Silva, Hernanes, Marcelo, Anderson, Lucas Leiva, Pato, Ramires, Breno, Diego, Thiago Neves, Rafael Sóbis e Jô. Depois da campanha olímpica alguns atletas frequentemente convocados deixaram de ser chamados por Dunga, algo deve ter ocorrido lá. Foi o caso de Anderson, Marcelo, Ronaldinho, Pato, Thiago Neves e Jô.

 

Em nenhum momento o time demostrou bom futebol, na primeira fase passou por Bélgica, Nova Zelândia e China com facilidade. Venceu o Fantasma Africano ao derrotar Camarões na prorrogação e foi enfrentar a Argentina de Messi na semifinal. A seleção Argentina dominou completamente e venceu por 3 a 0, um placar exagerado para o que foi a partida. O bronze veio numa vitória por 3 a 0 sobre a Bélgica. O detalhe é que derrota na Olimpíada fez Dunga repensar alguns medalhões, a partir daí o Brasil passou a ganhar tudo, mas perdeu na Copa.

 

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Quadro de Medalhas do Futebol

Ordem País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1 USA Estados Unidos 3 2 1 6
2 HUN Hungria 3 1 1 5
3 GBR Grã-Bretanha 3 0 0 3
4 ARG Argentina 2 2 0 4
5 URS União Soviética 2 0 3 5
6 URU Uruguai 2 0 0 2
7 YUG Iugoslávia 1 3 1 5
8 ESP Espanha 1 2 0 3
POL Polônia 1 2 0 3
10 GDR Alemanha Oriental 1 1 1 3
11 TCH Checoslováquia 1 1 0 2
FRA França 1 1 0 2
NGR Nigéria 1 1 0 2
14 ITA Itália 1 0 2 3
NOR Noruega 1 0 2 3
SWE Suécia 1 0 2 3
17 BEL Bélgica 1 0 1 2
18 CMR Camarões 1 0 0 1
CAN Canadá 1 0 0 1
20 BRA Brasil 0 4 2 6
21 DEN Dinamarca 0 3 1 4
22 BUL Bulgária 0 1 1 2
23 AUT Áustria 0 1 0 1
CHN China 0 1 0 1
PAR Paraguai 0 1 0 1
SUI Suíça 0 1 0 1
27 GER Alemanha 0 0 3 3
NED Países Baixos 0 0 3 3
29 FRG Alemanha Ocidental 0 0 1 1
CHI Chile 0 0 1 1
EUA Equipa Alemã Unida 0 0 1 1
GHA Gana 0 0 1 1
JPN Japão 0 0 1 1
Total 28 28 29 85

 

A beira da maior chance da nossa seleção conquista o último título que nos falta, resolvi pesquisar e montar um retrospecto de finais entre Brasil e México. E olha, a história não foi tão boa. Confira primeiramente o quadro de todas as finais entre Brasil e México em competições oficiais.

 

 

Copa Ouro 1996


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O Brasil usou o time olímpico, a Copa Ouro ajudou Mário Jorge Lobo Zagallo a definir os atletas que iam à Atlanta disputar a olimpíada daquele ano. A seleção brasileira contava com nomes como Dida, Darnlei, Gélson Baresi, Zé Roberto, Narciso, Flávio Conceição, Iranildo, Caio Ribeiro, Leandro Machado e Sávio. Os comandados de Zagallo passaram com facilidade da primeira fase, na semifinal um duro um a zero contra Estados Unidos. Mas não final contra o México. Uma derrota por 2 a 0, com gols dos míticos Blanco e Luís Garcia, em falhas grosseiras da defesa.

 

Copa das Confederações 1999

 

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A derrota na Copa do Mundo de 1998 fez com que o Brasil tentasse mudar completamente o rumo, e coube a Vanderlei Luxemburgo tentar moldar uma nova seleção. Chegou ao México para a disputa da Copa das Confederações com um time estranho o Brasil estreou com uma goleada de 4 a 0 contra a poderosa Alemanha. O time contava com Dida, Ronaldinho Gaúcho, Zé Roberto, Alex, Athirson, Vampeta, Marcos e Warley (Hoje no Campinense).  A nossa seleção ainda venceu Estados Unidos e Nova Zelândia na fase de grupos, e venceu a Arábia Saudita na semi-final por 8 a 2. Chegou o jogo contra o México, 110.000 pessoas no Azteca, Brasil totalmente favorito e o resultado final foi surpreendente, 4 a 3 para os mexicanos com direito a um frangaço de Dida.

 

Copa Ouro 2003

 

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Mais uma vez a Copa Ouro foi usada pelo Brasil para treinar a seleção olímpica. Possivelmente  uma das melhores seleções olímpicas que tivemos, ao menos no nome, pois nem foi à Atena! O time tinha nada mais nada menos que: Gomes, Maicon, Luisão, Alex, Adriano (Barcelona), Júlio Baptista, Kaká, Diego, Robinho, Nilmar, Carlos Alberto e Thiago Motta (aquele mesmo da seleção italiana). Ricardo Gomes não conseguiu armar nada num time cheio de bons nomes, e a seleção acabou tendo uma campanha pífia: derrota para o México na estréia, depois uma vitória magra no finzinho contra Honduras. 2 a 0 na Colômbia, pela quartas-de-final e uma virada incrível em contra o Estados Unidos, quando empatou aos 45 do segundo tempo e venceu no gol de ouro. Na final, mais uma vez os Méxicanos, e o resultado foi o mesmo da primeira partida, 1 a 0, gol de Osnorro na prorrogação.

 

Mundial sub-17 2005

 

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O time brasileiro não era dos mais brilhantes, tinha Ramón, Celsinho, Bruno Mezenga, Renato Augusto, Marcelo (Real) e Denílson (São Paulo). Logo na estreia perdeu por 3 a 1 para Gâmbia. Conseguiu vencer a Holanda por 2 a 1 e o Qatar 6 a 0, passando para a segunda fase. Na fase final passou por Coréia do Norte e Turquia antes de enfrentar os mexicanos. Foi quando se viu a primeira vez Giovanni dos Santos (Que está no elenco desses jogos olímpicos). O brasileiro-mexicano foi impecável e a equipe norte-americana venceu o Brasil por 3 a 0, fora o baile.

 

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O retrospecto joga contra a Seleção Brasileira. Mas temos mais time, e temos muitas possibilidades de quebrar esse tabu e o de não ter conquistado ainda Medalha de Ouro olímpica no futebol. VAMOQUIVAMO!

 

Depois de muito tempo, finalmente a FIFA cedeu à pressão pelo uso de tecnologia no auxilio da marcação de gols. Após o chutaço de Frank Lampard que entrou quase meio metro dentro do gol alemão na Copa de 2010 que existe, por todos os lados, pedidos para o uso da tecnologia no esporte. A International Board (Quem faz as regras do futebol) decidiu que tudo seria resolvido com árbitros atrás do gol. Não, não foi, os árbitros-auxiliares-extra atrapalharam e nem melhoraram o desempenho da arbitragem. Prova disso foi na EUROCOPA 2012, jogo Ucrânia e Inglaterra, em que John Terry, zagueiro inglês, acabou salvando o gol ucraniano depois que a bola ultrapassou a linha. Ou seja, agora é a hora da tecnologia.

 

 

Dois sistemas atenderam todos os requisitos dados pela FIFA: o GoalRef e o Hawk Eye. O GoalRef é, basicamente, colocar um sensor na bola e criar um campo magnético nas traves. E o Hawk Eye consiste em espalhar doze câmeras ao redor do campo, e com isso criar uma imagem tridimensional, seu defeito é que tem de haver no mínimo 25% da bola ao alcance de suas câmeras. Nos dois casos, o arbitro será avisado pelo relógio de pulso.

 

 

A International Board votou, e escolheu as duas. Ou seja, elas têm um ano de licença para poder usar seus sistemas em competições oficiais. Algumas ligas nacionais já irão utilizar-se dos novos sistemas, mas o teste de fogo será o Mundial de Clubes da FIFA no fim do ano. Sediado no Japão, o torneio contará com os dois sistemas, um em cada um dos estádios da competição. Tudo indica que será também utilizado na Copa das Confederações do ano que vem.

 

 

Como a tecnologia ainda é um pouco cara, a FIFA decidiu que esse sistema não será obrigatório. Além disso, os árbitros ainda tomarão a decisão de marcar ou não os gols, já que somente eles saberão quando for dado o sinal de “gol”. Cabe ao arbitro da partida confiar ou não na máquina. A tecnologia será bem vinda ao futebol, em minha opinião, além do mais, não vamos precisar parar a partida e analisar as respostas do sistema. Isso sim é algo que se adequa bem ao dinamismo do futebol, esperamos que de tudo certo. Ainda há uma chiadeira por parte de alguns que dizem que qualquer tecnologia pode ser “hackeada”, então esperemos os testes para ver o que nos espera! Uma coisa é certa, a tecnologia já veio tarde ao futebol!

 

O Barcelona da temporada 93-94 era um senhor supertime. Tinha atletas de grande porte como Stoichkov, Koeman, Guardiola, Laudrup, Salinas, Zubizarreta, Nadal (tio do tenista Rafael Nada) e Busquets (pai do atual volante do Barça Sergio Busquets) e dirigindo essa equipe estava a LENDA, o craque Johan Cruyff. Mesmo com tantos nomes fortes do futebol mundial, o grande astro do escrete era Romário. O baixinho estava no seu auge e naquele ano seria também o principal jogador levar a Seleção Brasileira que conquistou o Tetra-Campeonato Mundial.

 

 

Dia 8 de Janeiro de 1994, 18º Rodada, o Barça estava em segundo lugar, o La Coruña liderava, e com a moral abaixada depois de perder para o fraco Sporting Gijón. Era hora de enfrentar o seu maior rival, o clube mais vencedor do seculo, o temido Real Madrid. Time de Brutageño, Prosineck, Luiz Henrique, Michel e Zamorano. Não era o DREAM TEAM do Barcelona, mas era um adversário temido que poderia aproveitar a derrota do rival para vencer a partida.

 

 

Uma partida de alto risco para a equipe catalã. Mas o resultado, o mais promissor possível, o fez ressurgir na competição. Aos 24 do primeiro tempo Guardiola, sim o treinador que formou o poderoso Barça atual, passou para o baixinho brasileiro, que num drible sensacional passa por Alkorta e coloca no cantinho do goleiro, o cartão de visitas espetacular do brasileiro. O jogo estava duro e o Real Madrid fez mudanças que equilibrariam o jogo. Legal é notar que desde esse tempo Pepe Guardiola era quem organizava o time, todas as instruções de Johan Cruyff eram passadas diretamente para o volante espanhol que as repassava para o restante do grupo.

 

 

Logo aos 2 minutos, o zagueiro especialista em bolas paradas Ronald Koeman, marca um belo gol de falta, na gaveta. O gol, de fato, fez o Real partir para o ataque e abrir muito espaço para o atual melhor time do mundo. Mais um passe de Guardiola, deixando livre Nadal que deixa livre Romário que só empurra para o fundo do barbante, 3 a 0. Com o controle do jogo, o Barça passa a dar show e o Real tenta, sem sucesso, sair para o jogo. Romário humilha os defensores com dribles sensacionais. Aos 36 o brasileiro recebe de Laudrup e marca seu terceiro, numa bomba. O magnifica exibição do camisa 10 do Barcelona se deu com um passe para Ivan que colocou entre as pernas do arqueiro. Fim de Papo e uma goleada histórica!

 

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Depois desse jogo o Barcelona buscou gás e acabou vencendo a Liga Espanhola. Detalhe, a equipe catalã só chegou a liderança na última rodada, empatando em pontos com o La Coruña. Romário marcou 34 gols em 46 jogos pelo Barcelona, antes de voltar ao Brasil para atuar no Flamengo.

 

O Futebol virou um negocio, um negocio muito rentável onde rolam rios de dinheiro. Tanto que as cifras passam a milhares de milhões de reais. Aqui vamos mostrar a lista dos 10 jogadores de futebol mais valiosos do mundo, comprovando também a má fase do nosso futebol, pela primeira vez em muito tempo não temos nenhum brasileiro no TOP 10 dos atletas mais valiosos. O levantamento é feito pelo site especializado em transferências futebolística o transfermarkt. Os valores estão em Euros.

 

 

Brasileiros no Top 50

16. Thiago Silva – 38M €

21. Daniel Alves – 36M €

33. Hulk – 34M €

40. Neymar – 30M €

Ramires – 30M €

Kaká – 30M €



Sobre o Autor

Yan Cavalcanti, 22 anos, paraibano apaixonado por futebol desde pequeno. Graduando em Sistemas para Internet pelo IFPB, ex-aluno Marista, Estagiário da Dataprev, Goleiro ofensivo, gamer, e acima de tudo fã de um futebol bem jogado e analista da parte tática, sempre tentando arrumar uma forma de explicar uma partida de futebol.

Sobre o Blog

O Futeblog nasceu da vontade de compartilhar com o mundo minha visão sobre o futebol, espero aqui discutirmos de simples opiniões apaixonadas até questões táticas profundas, conto com ajuda de vocês para que possamos tornar esse blog uma ótima experiência fora das quatro-linhas, do passado ao presente, futeblog está aqui para que nós possamos mostrar como vermos esse esporte que é a maior paixão nacional de todas!

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